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(4) Pesquisa fílmica AS PONTES; O corpo que cai
Nas últimas semanas, uma imagem tem atravessado o processo do filme: árvores caídas. Em uma caminhada pelo cerrado, vi troncos inteiros tombados, expostos ao tempo. Alguns ressecados, outros ainda com raízes presas ao solo. Comecei a registrar essas imagens com a câmera, sem saber exatamente por quê. Só depois, revendo os arquivos, entendi que aquilo tinha relação com meu pai. Tenho guardado áudios dele falando do hospital, descrevendo internações, exames, e o cansaço físico

Davit Giménez


(3) Pesquisa fílmica AS PONTES; Rua Sempre Viva, número 1
Uma parte central desta etapa da pesquisa tem sido entender de onde posso filmar. Ao longo dos últimos meses, percebi que ainda não me sinto à vontade para apontar a câmera diretamente para as pessoas em São Gonçalo. Existe uma distância ética, uma hesitação justa. Não quero assumir a posição de quem chega para registrar algo sem antes criar vínculo, sem construir relação. Por isso, por enquanto, filmo do lugar onde já me sinto autorizado: da frente da minha casa. O ponto fix

Davit Giménez


(2) Pesquisa fílmica AS PONTES; Limbo, paisagem e fora de campo
Desde o início da pesquisa, a palavra limbo começou a organizar parte das minhas inquietações depois que a Marta Andreu me provocou com esta palavra durante a Residência Walden que fizemos em novembro. Não como metáfora religiosa, mas como um estado entre. Um lugar onde algo ainda não se definiu, onde as coisas ainda não tomaram forma — e talvez nem tomem. O projeto As Pontes parte da tentativa de observar esse território em suspensão. Um espaço entre culturas, entre paisag

Davit Giménez
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